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Horácio Antunes foi homenageado em 28 de novembro de 2025 com o Título de Cidadão Ludovicense na Câmara Municipal de São Luís, em reconhecimento ao compromisso e amor dedicados à cidade fruto das lutas junto às comunidades da Resex Tauá Mirim, ao GEDMMA e colegas da UFMA, ao Movimento de Defesa da Ilha e a tantos movimentos populares e sindicais do Maranhão.

O livro “RESEX de Tauá-Mirim e seus rizomas: um trabalho de construção coletiva e etnografia do processo”, produto da tese da autora, nos apresenta o labor de uma pesquisadora comprometida com a sua causa, como ela demonstra em seus escritos, aguerrida na luta pela Reserva Extrativista (RESEX) (R)existente na ilha de São Luís/MA. Como construto, o livro nasceu fecundo de muitas mãos, conforme metodologia evidenciada, pois fora construído em conjunto com o seu grupo de pesquisa na UFMA.

De 26 a 28 de setembro de 2025, o Quilombo Rampa, em Vargem Grande-MA, acolheu o 5º encontro da Escola de Educação Popular no Corredor Carajás. Nesta edição, o tema foi “Ancestralidade, memórias, força dos territórios: Protocolo de Consulta Livre, Prévia, Informada e de Boa Fé”, conduzido por Raimundo Quilombola (Quilombo Rampa) e Joercio Pires, o Leleco (Quilombo Santa Rosa dos Pretos).

Curso de extensão “Sociobiodiversidades ameaçadas: os ecossistemas marinhos costeiros do Amapá, Maranhão, Espírito Santo e Rio de Janeiro”, que será realizado on-line, com carga horária de 12 horas e certificação pela Universidade Federal Fluminense (UFF).

Nesta quinta-feira (03/07), das 9h às 15h, a Feira da Resex Tauá-Mirim “Maria Máxima Pires” vai ocupar a Quadra Esportiva do Colégio Universitário (UFMA) com muita luta, cultura e sabores da terra! Em homenagem à guerreira Maria Máxima Pires, seguimos ecoando sua voz em cada barraca, cada conversa e cada gesto de solidariedade. A Feira, que teve sua primeira edição em 2019, busca dar visibilidade à luta das comunidades da zona rural pela decretação da Reserva Extrativista Tauá-Mirim, como forma de defender a natureza, o alimento e a vida para toda Upaon-Açu.

Todo ano os/as integrantes do Gedmma se unem em confluências de lutas para planejar, avaliar e semear novas formas de continuar vivendo e andando ao lado dos povos e comunidade tradicionais do Maranhão. O Planejamento interno é lugar seguro de tecimento do Bem Viver.

De 28 a 30 de abril, nos reunimos em Bacabal, na sede da @uaefama, para trocar saberes, reviver memórias e reafirmar compromissos com os territórios e comunidades guardiãs da vida.
Relembramos os três anos de construção popular, sistematização de tecnologias sociais, combate aos agrotóxicos, implantação de barraginhas como estratégia frente à crise climática e a luta por comida de verdade. Fortalecemos nossos laços, construímos amizades que permanecem nas trincheiras da resistência, e nos tornamos mais fortes e combativos.

Irmã Ani Caroline Wihbey, da Congregação Notre Dame de Namur é uma de nossas mestras e intelectuais que sempre fazem de seu corpo e território adubo para a tecitura de uma sociedade com mais justiça social, enquanto ela mesma é Bem Viver.

Máxima foi uma grande defensora dos direitos de povos e comunidades tradicionais e, portanto, dos direitos humanos e dos direitos da Natureza em São Luís e em todo o Maranhão. Dona Máxima, como era carinhosamente conhecida, faleceu em dezembro de 2023, em decorrência de um câncer. Ela era extrativista, agricultora familiar e militante social.
https://agenciatambor.net.br/geral/maxima-presente-feira-resex-taua-mirim-homenageia-lideranca/

Anacleta Pires foi grande intelectual preta quilombola maranhense que desde o chão do Território quilombola Santa Rosa dos Pretos, localizado no município de Itapecuru-Mirim, no estado do Maranhão, Brasil foi e é axé de vida para todos os povos de Pindorama que lutam contra a branquitude e as mazelas que chegam com os grandes empreendimentos sobre corpos e territórios de povos e comunidades tradicionais. A educadora Anacleta Pires da Silva faleceu na manhã de terça-feira (17/09). Ela era uma das lideranças do Quilombo.