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Palavras-chave
Resistências; Território; Enfrentamento; Consciência de classe; Ancestralidade.
Imprenta
Bacabal, MA: UFMA
Ano
2017
Descrição física
110p.
Idioma
Português (BR)
Categoria
Monografia
Resistência e trajetória de luta pela regularização fundiária do território quilombola Santa Rosa dos Pretos
Autor(es/as)
Anacleta Pires da Silva
Resumo
Este trabalho tem como objetivo analisar, discutir e envolver os quilombolas, indígenas, ribeirinhos, catadores e outros, nas lutas em prol dos seus direitos, que são negados e violados pelos opressores, tais como os elitizados nos poderes governamentais, latifundiários e empresas ligadas ao agronegócio e mineração, que insistem em manter o miserável e genocida poder do capital. Desta maneira, pretende-se despertar a compreensão do processo histórico das resistências e da trajetória de lutas pela regularização fundiária de todos os territórios. É a partir do aprofundamento e testemunho da resistência e da luta que iremos demostrar as capacidades e habilidades de se construir estratégias a serem utilizados como armas para encarrar os desafios propostos pela vida e pela malícia dos opressores. Aponta-se, entre outros, a consciência de classe como a principal ferramenta que possibilita que apareçam os diversos discursos presentes nas reflexões e nos enfrentamentos a fim de compreender-se o significado de território enquanto espaço livre e patrimônio perpétuo, pelas relações com a natureza ou da ancestralidade.
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