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Palavras-chave
Conflitos socioambientais; Programas de desenvolvimento; Povos e comunidades
tradicionais; Corredor Carajás; Matopiba.
Imprenta
Vibrant: Virtual Brazilian Anthropology
Ano
2025
Descrição física
32p.
Idioma
Espanhol
Categoria
Artigo
Minería, agronegocio, conflictos socioambientales y las intersecciones entre el Corredor de Carajás y Matopiba en Maranhão, Brasil
Autor(es/as)
Horácio Antunes de Sant'Ana Júnior, Elio de Jesus Pantoja Alves, Madian de Jesus Frazão Pereira
Resumo
Com base em estudos realizados desde 2004, este artigo examina as interseções e as consequências socioambientais de dois programas governamentais concebidos para induzir a acumulação de capital por meio do extrativismo em larga escala no estado do Maranhão, Brasil. O Programa Grande Carajás (PGC), em vigor de 1980 a 1992, visava o desenvolvimento regional da Amazônia Oriental. Com a mineração como foco central, criou redes de infraestrutura e induziu atividades comerciais também voltadas para a indústria, exploração madeireira, monocultura e pecuária extensiva, formando assim o Corredor Carajás. Para a expansão do agronegócio nos Cerrados do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia, o Plano de Desenvolvimento Agropecuário (PDA) do Matopiba tornou-se lei federal em 2015. Carajás e o Corredor do Matopiba são considerados aqui conceitual e metodologicamente como Zonas Específicas de Intensa Acumulação (ZEIA) e Zonas Específicas de Intensa Conflito Social (ZEICS). Os resultados apresentados provêm de levantamentos bibliográficos/documentais, trabalho de campo, monitoramento de eventos e diálogo com líderes populares.
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