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Palavras-chave
Chefes Tupinambás; História do Maranhão; Imaginário Social; Práticas e Representações; Sociedade Colonial.
Imprenta
São Luís: UFMA
Ano
2017
Descrição física
201p.
Idioma
Português (BR)
Categoria
Dissertação
A galha da figueira branca e o carvalho: alvorecer do Maranhão colonial a partir das representações a respeito dos chefes tupinambá (1603-1619)
Autor(es/as)
Darlan Rodrigo Sbrana
Resumo
O presente estudo, resultado de um debate interdisciplinar com pesquisadores do campo da Arqueologia, da Antropologia, da Sociologia, da Filosofia Política e da História, analisa as relações estabelecidas entre tupinambás e europeus no início do período que se convencionou chamar de história do Maranhão colonial. Para tanto, tomamos como ponto de partida a forma como agentes da Conquista representaram os chefes tupinambás. O primeiro objetivo foi caracterizar os chefes a partir de evidências encontradas em relatos, crônicas e documentos avulsos dos primeiros anos do século XVII. O segundo foi perceber e demonstrar as práticas e o imaginário social que serviam de manutenção e reprodução da condição de chefe. O terceiro foi evidenciar as contradições engendradas naquelas mesmas práticas e imaginário após o estabelecimento do contato entre tupinambás e europeus. Partindo da nossa conceituação de espaço intermediário, buscamos evidenciar que representações do imaginário tupinambá, apesar do choque que significou o contato de duas sociedades que se formaram apartadas, podem ter permanecido sintetizadas nas rupturas a partir da conexão de elementos semelhantes ao imaginário cristão que então se constituía.
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